Pro.Benfica

Domingo, 8 Julho, 2012

Roger Federer

Filed under: Ténis — pro.benfica @ 18:20

Sétima vitória em Wimbledon.

Regresso ao lugar de número um mundial.

17.º Grand Slam!

Já não vencia desde o open da Austrália de 2010.

Voltaremos a vê-lo ganhar um Grand Slam?

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Domingo, 29 Janeiro, 2012

Open Austrália 2012

Filed under: Ténis — pro.benfica @ 15:07

Esqueçam Roger Federer. Esqueçam os duelos épicos entre o suíço e Nadal.

Agora, é o tempo do espanhol e de Djokovic.

O sérvio teve menos 24 horas de descanso, jogou cinco horas e cinco «sets» frente a Andy Murray, perdeu o primeiro «set» para Nadal, esteve a perder 4 – 2 no quinto e venceu por 7-5.

Nadal, por sua vez, abriu o discurso final de «derrota» saudando os espetadores com um «Good morning!”. E tem razão: já passa das duas da manhã em Melbourne.

Segue-se Roland Garros, onde Nadal é amplamente favorito.

P.S. Ontem, o Benfica venceu, muito dificilmente, o Feirense por 2 a 1. Continuo sentado para avaliar a forma como gilistas e feirenses se comportarão frente ao FCP.

Domingo, 5 Junho, 2011

A vitória da mente

Filed under: Ténis — pro.benfica @ 17:05

          Rafael Nadal acaba de vencer mais um torneiod de Roland Garros, aniquilando, mais uma vez, Roger Federer.

          Qual é a diferença? A mente! Nadal é, mentalmente, muito mais forte que Federer; aliás, este é o mais frágil dos quatro grandes do ténis de momento, à excepção, talvez, de Andy Murray.

          Federer, nos momentos de aperto, perde sistematicamente. Nadal resiste, joga o seu melhor ténios e ganha. O Suiço acumula erros não forçados.

          Por isso, ganha, cada dia que passa, maior acuidade a discussão em torno de quem é o melhor de sempre. Pois, com esta colecção de derrotas frente a Nadal (é um massacre no «one-to-one»), dificilmente alguém poderá, no futuro, continuar a considerar o tenista suiço como «o tal». É verdade que detém o record de vitórias nos quatro «majors» (Austrália, França, Inglaterra e Estados Unidos), mas Nadal aproxima-se a grande velocidade e, ou Djokovic mantém o seu elevado nível de ténis, ou rapidamente o espanhol ultrapassará Federer.

         Outra das razões para este descalabro prende-se com o facto de Federer nunca ter evoluído no sentido de se adaptar aos tempos e procurar outras soluções, melhorando o seu jogo, ao contrário do espanhol, que começou por ser um tenista de terra batida em exclusivo e, hoje, ganha em todo o tipo de piso. Aquela esquerda do suiço é uma desgraça: não tem profundidade, não tempo força, erra muitíssimo mais do que ganha.

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