Pro.Benfica

Sexta-feira, 9 Dezembro, 2016

Bruno e o suspense

Filed under: Bruno de Carvalho, Sporting, Uncategorized — pro.benfica @ 0:00

Bruno de Carvalho a um jornal francês: “Estamos a matar o suspense.” (do futebol)

Tradução. “Ó Jorge, então já estamos fora da Europa em dezembro?”

Subrepticiamente: “Ai a merd…, que ainda perco as eleições e o tacho.”

Quinta-feira, 8 Dezembro, 2016

Bruno e a mudança

Filed under: Bruno de Carvalho, Sporting — pro.benfica @ 23:57

Bruno de Carvalho a um jornal francês: “O futebol tem de mudar.”

Tradução: “Eu quero ganhar, mas não consigo.”

Balanço do Sporting na Liga dos Campeões

Filed under: Sporting — pro.benfica @ 20:37
  • 1 vitória real
  • 4 vitórias morais
  • 1 derrota penosa
  • fora das competições europeias a 07/12/2016

Domingo, 6 Março, 2016

Ir de vela

Filed under: Jorge Jesus, Sporting — pro.benfica @ 2:16

Jorge Jesus e o Sporting hoje foram de… barco(s).

 

PS – Para memória futura: o Sporting contratou, em janeiro, um argentino de 30 anos chamado Barcos.

Juízos…

Filed under: Benfica TV, Clássicos, Jorge Jesus, Sporting — pro.benfica @ 1:46

Jorge Jesus mostrou mais uma vez, na conferência de imprensa, mau perder e falta de chá. Diminuir os outros quando não se lhes consegue sobrepor é diminuir-se, antes de mais, a si mesmo. Mas ele não o percebe, não consegue alcançar que, se é tão superior aos adversários e se não os consegue derrotar, a sua incapacidade é o que avulta.

Como não poderia deixar de ser, os considerandos sobre o jogo e a vitória do Benfica abundam por todo o lado.

Pois bem, alguém que explique a essa gente o seguinte: juízo de facto: o Benfica venceu o jogo e levou os 3 pontos; juízo de valor: o Benfica jogo como equipa pequena e o Sporting merecia ganhar. E, já se sabe, contra factos não há argumentos… ou azia que valham.

Sexta-feira, 4 Março, 2016

Amanhã há clássico

Filed under: Benfica, Clássicos, Sporting — pro.benfica @ 18:01

Há quase um mês que não se escreve nada por aqui.

Por falta de tempo, de leitores que o «exijam», por falta de tempo e por falta de vontade.

Os atuais dirigentes desportivos dão-me asco: querem ganhar a todo o custo, querem aparecer, querem poder, querem dominar, ser as verdadeiras estrelas do espetáculo. Para isso, pessoalmente ou por meio de terceiros, incendeiam os adeptos, pelo menos os acéfalos e indigentes (e há tantos por aí, santinha!), incendeiam os ânimos, atiram a pedra e depois escondem a mão.

Hoje, têm ao seu dispor as máquinas de propaganda que operam nos bastidores e a Internet, a que ‘todos’ têm acesso e onde ‘todos’ creem ter uma palavra a dizer. E, geralmente, é um palavrão, não tanto no sentido de ordinarice, mas no sentido do ódio, da intolerância, da ‘ditadura’ do ‘orgulhosamente sós’ ou do quem não é por nós é contra nós. Para essa escumalha (sim, são escumalha, mesmo que vestida com fato e gravata), não há adversários desportivos, há inimigos.

É a «vanitas vanitatum», é a «gloria transit», é a vacuidade intelectual, a pobreza de espírito, a pequenez de crer a todo o custo deixar a sua marca para a eternidade.

Quem passar os olhos pela blogosfera, quase só lê ódio, intolerância, agressividade extrema. Ainda não há muito, li textualmente o desejo de que «seis milhos de galinhas morressem». É óbvio que uma coisa é escrever uma barbaridade destas em frente a um teclado, lá no nosso buraco, onde todos somos uns valentões e nos sentimos uns autênticos heróis por escrever estas imbecilidades, e outra dizê-lo a frio, ou sequer pensar na execução literal da baboseira. Mas ela corresponde a um pensamento, a um fanatismo, que polui desde o mais boçal ao mais bem pensante.

Ainda assim, o sujeito que tecla umas barbaridades chega a umas centenas, ou milhares, mas poucos, de eventuais acéfalos que se babam pelos cantos da boca e grunhem de satisfação ao lerem semelhante pus. Já os jornaleiros que se prestam a prostitutas de aluguer de dirigentes desportivos, comentadores que se prestam ao mesmo papel e os próprios dirigentes têm outra responsabilidade. Seria a eles que caberia distinguir o essencial do acessório e trabalhar no sentido exatamente oposto do que têm vindo a fazer. O ódio gera ódio, gera que a vitória seja essencialmente pela derrota do adversário, muito mais do que pela nossa vitória.

Vieiras, Carvalhos, Costas, eu, todos nós, somos uma poeira insignificante que vai passar por aqui durante um ‘flash’ e regressar ao anonimato da poeira. Talvez se eles, nós, o compreendêssemos e interiorizássemos, conseguíssemos transformar ‘isto’ numa festa e não numa guerra permanente em busca da vitória no próximo jogo, na próxima competição.

Vem isto a propósito do ‘derby’ de amanhã que vai opor o Sporting ao Benfica em Alvalade. Como pessimista e realista, prevejo (mais) uma derrota ‘nossa’. Porque perdemos todos os encontros frente aos dois grandes rivais. Porque o Benfica não joga um futebol por aí além. Porque Rui Vitória é um treinador mediano (diz este treinador de bancada). Porque há falta de jogadores de classe do nosso lado. Porque ‘não me cheira’ (estou constipado, tenho o nariz entupido… deve ser disso a ausência de olfato).

Espero que Vitória e os seus bravos me façam engolir estas palavras, mas não creio. Ainda assim, caso o meu vaticínio se concretize, não vou bater na mulher nem nos filhos, não vou fazer arruaça para a rua, muito menos partir o televisor. Desde logo, porque não vou ver o jogo. Depois porque foi caro o aparelho e a abundância não abunda cá por casa.

Domingo, quando acordar, vou continuar a ser benfiquista e a vibrar com as vitórias do Benfica e a sofrer com as derrotas do Benfica.

Infelizmente, vou ter de continuar a levar com Vieiras, Gabriéis, Guerras, Carvalhos, Jesuses, Machados, Inácios, Guedes, Pinas, Costas, etc., etc., etc. Essa é a pior parte disto tudo.

Benfica!

De tudo a… um

Filed under: Jorge Jesus, Sporting — pro.benfica @ 18:00

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Segunda-feira, 8 Fevereiro, 2016

A culpa é sempre dos outros (parte II)

Filed under: Bruno de Carvalho, Sporting, Uncategorized — pro.benfica @ 23:50

O que foi dito acerca do cotovelismo argelino vale para o presidente do Sporting.

Pelo meio de sucessos da sua gestão surgem «n» casos de fracassos rotundos. Porém, a culpa nunca é do homem do leme. É sempre dos outros. O timoneiro fez sempre tudo correto, o possível e o impossível em favor do seu clube.

Notável!

Slima-nita e bracito

Filed under: Sporting, Uncategorized, Violência, Slimani — pro.benfica @ 23:28

Slimani andou a distribuir cotoveladas em barda.

Perante a iminência de vir a ser castigado a posteriori, os sportinguistas queixam-se de que andam a tentar tramar o jogador e impedi-lo de jogar.

Isto é tão velho como os dinossauros: um sujeito nunca é responsável pelos problemas que origina. O único que se tramou foi o próprio jogador: não tivesse andado a agredir ninguém à cotovelada e ninguém se «meteria» com ele.

Patetices…

Segunda-feira, 21 Dezembro, 2015

Jorge Jesus, treinador leonino do ano

Filed under: Jorge Jesus, Sporting, Uncategorized — pro.benfica @ 16:44

É absolutamente ridículo, algo só digno de gente ainda mais ridícula.

Jorge Jesus recebeu o prémio de melhor treinador leonino de 2015. No fundo, é um prémio sportinguista totalmente dedicado ao Benfica. Ao serviço dos leões, o homem ganhou a Supertaça nacional e três jogos frente ao Benfica. Além disso, é segundo no campeonato, foi afastado da Liga dos Campeões, onde nem chegou a pôs os pés (mau hábito levado do Benfica) e foi afastado da Taça de Portugal, na quarta-feira, pelo Sporting de Braga. O triunfo na Supertaça vale o encómio? Aparentemente, sim. Porém, de repente, lembro-me do técnico do hóquei, que conseguiu trazer a Taça Cers e a supertaça portuguesa (isto das supertaças é mesmo troféu de Alvalade), com uma equipa de segunda apanha.

Em suma, este prémio é ridículo e não há nada (mesmo as razões «políticas» que adivinhamos lhe estão na génese) que o consigo suportar. Porém, no reino leonino batem-se palmas.

Entretanto, o Sporting perdeu o caso contra a Doyen, relativo à transferência de Rojo para o United, no TAS. Obviamente, já saiu mais um comunicado de Bruno de Carvalho, melhor, uma postadela no Facebook. Como seria de prever também, nada se diz de sustentado ou com conteúdo. Há apenas um babujar de tretas e um empurrar com a barriga para a frente, como este sujeito é useiro e vezeiro. O leão continua a confiar e a aplaudir. Força nisso.

Bruno de Carvalho é um demagogo, um populista para lagarto comer cegamente, um anti-benfiquista primário. Tem todo o direito a defender e lutar em prol do Sporting, a defendê-lo com unhas e dentes. Nada a obstar. Porém, o que o homem nos trouxe foi apenas prejuízo para o futebol e o desporto em geral: arrogância, conflito, mentira, falsidade, ignorância, falta de caráter. Basta relembrar o caso Marco Silva. Está nele todo um programa sobre o modo de funcionar desta criatura.

Olhando de fora, ou temos ali um Pinto da Costa vestido de verde e sem alguns dos vícios do senhor do Norte, ou o coveiro definitivo do Sporting. E, se (ai, a teoria dos «ses») o Sporting não for campeão este ano, é muito possível que algo de grave, muito grave, aconteça em Alvalade.

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