Pro.Benfica

Quinta-feira, 10 Março, 2016

Jorge Jesus, o motivador e congregador

Filed under: Benfica, Jorge Jesus, Rui Vitória — pro.benfica @ 18:23

Vamos por partes.

O Benfica foi a Alvalade derrotar o Sporting, num misto de competência e «sorte». Para ser sincero, não gostei dos últimos 45 minutos: não gosto da equipa enfiada lá atrás a defender. Todos os esquemas são bons desde que resultem, mas aquilo foi um sufoco e, só por incompetência de Ruiz, estamos hoje, os benfiquistas, sentados no primeiro lugar do pódio. Bom, seja como for, acalmámos os sportinguistas, que anteciparam a quarta vitória sobre o SLB na presente época e, eufóricos, contavam já com o título nacional no bolso.

A realidade foi bem diferente, porém. O Benfica é hoje o comandante da tabela.

Ontem, ao final da tarde, mais um momento de euforia: triunfo frente ao Zenit, depois de estar a perder por um a zero até aos 85 minutos.

Nada está ganho. Muito longe disso. O Benfica está a competir com um  Sporting que está a apenas a dois pontos de distância, concentrado apenas numa competição – a Liga -, envolvido na Liga dos Campeões e na Taça da Liga, onde o aguarda uma meia-final frente ao Braga.

Será uma reta final recheada de jogos decisivos uns em cima dos outros. O plantel não é rico, bem longe disso, e pode não dar para tudo. Há que fazer opções (não como Jorge Jesus fez no Sporting, abdicando voluntariamente de tudo exceto a Liga, sem dar luta), mas o campeonato é a competição central.

Por outro lado, apesar do momento que atravessamos, continuo a não considerar Rui Vitória o técnico «ideal» para o clube. Porém, desde há algum tempo (quando andávamos perdidos lá para trás na classificação) estou ao seu lado e desejo ardentemente que consiga ser campeão e, com ele, todos nós. E, além da razão central (o Benfica vencer), o motivo que me leva a estar do seu lado é… Jorge Jesus. A forma miserável e canina como o nosso defunto que se recusa a morrer tratou, ao longo da época, Vitória, o que disse sobre ele, a baixeza que revelou levaram-me a estar ao lado de Vitória incondicionalmente. E, comigo, «alinham» milhares de benfiquistas que, não estando de acordo com a contratação de Vieira, se uniram em torno do atual treinador.

Do alto do seu egocentrismo e da sua burrice, Jesus foi o fator essencial para a arrancada do Benfica. Tenho a certeza de que os próprios jogadores, por mais que (uns mais, outros menos) guardassem as melhores recordações do ex, repudiaram o vómito produzido a partir da Reboleira e terão sido os primeiros a dizer «Basta!» e a unirem-se em torno do seu atual técnico.

Se o Benfica vier a ser campeão, alguém, no momento da celebração, deveria chegar junto de um microfone e agradecer à direção, à equipa técnica, aos colegas, aos sócios e adeptos e… ao nosso ex-treinador, pela força que transmitiu e forma como fomentou a UNIÃO. Obrigado!

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Domingo, 23 Agosto, 2015

Arouca – 1 Benfica – 0

Filed under: 1.ª Liga, Rui Vitória — pro.benfica @ 21:33

Rui Derrotas, perdão Vitórias Nem Vê-las, tem um bom argumento para o que se passou hoje: perdeu com o líder do campeonato português.

Quinta-feira, 13 Agosto, 2015

A Minnie Driver do Benfica

Filed under: Beleza Feminina, Benfica, Cinema, Rui Vitória — pro.benfica @ 3:13

imagesMinnie Driver é uma quarentona jeitosa que põe a um canto muita menininha vinte anos mais nova com a mania de que é «boa» e sabe copular como ninguém.

Um dos filmes mais recentes em que pontificou é Return to Zero, que narra a estória de um casal que entra em desagregação após a morte do filho uma hora apenas depois do seu nascimento.

A certa altura, Minnie Driver – melhor, a personagem que encarna – vira-se para o marido e diz-lhe que quer o divórcio, pois olha para ele e vê a morte. O filho era a imagem esculpida do pai.

Para bem de todos nós, adoraria não olhar um dia destes para Vieira e ver nele o rosto de Minnie.

A falência da palavra e a dos testículos (argh!)

Filed under: É só rir, Mourinho, Rui Vitória, Sporting — pro.benfica @ 2:21

Após a Supertaça, os dicionários de língua portuguesa perderam uma palavra, de tão usada pelos adeptos do Sporting Clube de Jesus de Carvalho: «azia», ou a sua variante «asia».

Só espanta que nenhum telejornal tenha aberto com a notícia sobre a rurura de medicação nas farmácias lusitanas.

Por outro lado, é bem provável que, até ao final desta semana, muitos portugueses e portuguesas venham a ser vítimas de úlceras ou cancro no estômago.

Porém, também não será de descartar um surto bem agressivo de demência e euforia desmesuradas, com consequências igualmente negativas lá mais para a frente.

Rui Vitória… O mais frustrante no homem nem foi o (não) futebol (não) praticado na Supertaça, a consequente derrota, o medo confesso com que entrou em campo, a água destilada ao longo do encontro, a forma como mostrou que qualquer mija na escada mexe com a sua cabeça, a falta de organização defensiva e ofensiva, a mentalidade que transmitiu (?) à equipa. Não, não foi nada disso, meros pormenores, mas o modo vergonhoso como se deixou tourear pelo maior divulgador da língua portuguesa contemporâneo do madeirense de estátua avantajada.

A sério, Rui, é uma vergonha teres sido bandarilhado por um sujeito que nem pensar consegue em português, incapaz do mais simples cálculo mental. É verdade que, ao recusares proximidades com a pessoa, foste avisado. Basta atentar nos efeitos nefastos que a convivência de Paulo Fonseca com o homem teve no primeiro, bem evidenciadas ao serviço do Porto. Aquilo começava por defrontar um clube russo, passava pela Escandinávia e acabava os 90 minutos na Alemanha.

Concedo-te isso… Porém, poderias ter posto um pouquinho os olhos em Mourinho (argh!). O consumidor voraz de pastilhas foi acometido de um pico de vaidade e presunção e meteu-se com o setubalense. Levou uma paulada tal que ficou sem voz, remetendo-se à toca e de lá mais não ladrou.

Poderias dizer, como disseste, que não lhe responderias porque não querias, mas acrescentavas que também não o farias por falta de um tradutor de jesuês para português… ou outra merda qualquer que reduzisse o homem à sua efetiva insignificância.

É pá, Rui, aquele encontro entre o lambadas e a Paulo Rêgo é um manancial… Escreves livros a mais e lês a menos.

Sábado, 8 Agosto, 2015

Astúcia cínica de Rui Vitória?

Filed under: Rui Vitória — pro.benfica @ 0:54

Tenho de confessar a minha estupefacção quando Rui Vitória recuou Fejsa para central, num jogo em que Luisão se lesionou e já não havia também Jardel, restando para esse lugar apenas Lindelof no banco. e quando fez alinhar Talisca consecutivamente no lugar de Salvio.

E se…?

Afinal, Rui Vitória estivesse. dessa forma, a dizer à ESTRUTURA que não tinham ninguém capaz para preencher aqueles dois lugares e que era necessário contratar?

Se foi esse o caso, preferiria que Vitória chegasse junto de Vieira e lhe dissesse olhos nos olhos o que precisa e as carências, salvo seja que tem. Porém, ninguém me diz que não tenha sido isso precisamente que fez num outro qualquer momento.

Segunda-feira, 3 Agosto, 2015

Mais uma derrota de Vitória

Filed under: É só rir, Benfica, Rui Vitória — pro.benfica @ 6:19

Rui Vitória disse que ia morrer pelo Benfica.

Eu ofereço a pistola…

A sintonia

Filed under: Luís Filipe Vieira, Rui Vitória — pro.benfica @ 1:31

Atentemos nas palavras de Rui Vitória: «Reforços? Estamos em sintonia com a administração. Quando chegarmos a Lisboa vamos conversar e tomar decisões.»

Ai, mãezinha!

Quando é que chegam a Lisboa? Hoje ainda, 3 de agosto? Amanhã, 4? A 5 dias do final da Supertaça? E é, nesse espaço de tempo, em que a equipa e o treinador deveriam estar concentrados na preparação desse jogo, que se vai conversar? Ou é depois do dia 9, a uma semana do início do campeonato?

Tudo isto se passa com mais de um mês de preparação vencido. É necessário assim tanto tempo para observar as lacunas da equipa?

E em que consiste essa sintonia? E, se há assim tamanha sintonia, é preciso esperar tanto tempo para tomar decisões?

Por outro lado, como é óbvio, Rui Vitória afirma, sem o dizer, que o Benfica precisa de reforços. E, quando fala em reforços, suponho que não esteja a falar em jogadores da formação, nem em atletas para o banco de suplentes ou para a bancada, nem em mais um contentor de entulho para emprestar, empatar ou pôr a treinar no Jamor. Quando o homem fala em reforços, só posso acreditar que esteja a falar em jogadores para entrarem JÁ no 11.

Rui Vitória parece ser um tipo em quase tudo oposto ao defunto que não se deixa morrer. Essa forma de ser tem vantagens (certamente não o veremos a fazer carícias em agentes da autoridade, a mostrar dedos ao Manuel Machado, a sofrer sevícias de Lopetegui, a dançar em estádios ingleses – por acaso esta última, a da dança, até foi muiiiiiiiiiiiiiito boa…), mas o estilo mandão do «outro», o «eu é que mando aqui e mais ninguém», o «eu é que decido ‘tudo’ sobre o futebol», fazem muita falta. Como se está a ver no Sporting, Jesus é quem manda naquilo tudo, ele é que é 90% da famosa estrutura. O presidente apenas lhe comunica se tem ou não guito para satisfazer os seus desejos. Rui Vitória não é dessa massa. Contenta-se com o que lhe dão, acata, baixa as orelhas e procura fazer o melhor que pode.

Rui, há muito que deverias ter mandado essa sintonia às urtigas e optado por alguma dessintonia. Já não estás em Guimarães. Não deves estar eternamente agradecido por seres treinador do Benfica. Põe as bolinhas de fora e diz, clara e inequivocamente, ao presidente, aquilo de que necessitas para ganhar JÁ ao serviço do Benfica. Depois, a ESTRUTURA que se desamerde.

Deixa-te de ser gajo porreiro! A malta até te perdoa futuras carícias a polícias desde que ganhes. E ganhar JÁ, este ano.

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