Pro.Benfica

Domingo, 19 Maio, 2019

1.ª Taça de Portugal em futebol feminino

Filed under: Benfica, Futebol feminino — pro.benfica @ 0:03

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Sábado, 18 Maio, 2019

CAMPEÕES!

Filed under: Benfica — pro.benfica @ 23:58

BENFICA

Sábado, 22 Dezembro, 2018

“E-toupeira”: 30 a 0

Filed under: Benfica, Justiça — pro.benfica @ 2:03

Todas as 30 acusações dirigidas à Benfica SAD no processo E-toupeira caíram às mãos da juíza Ana Peres.

Não obstante o resultado para já do processo relativamente ao Benfica, mais do que nunca nós, sócios e adeptos, devemos estar atentos àquilo que Vieira e a sua trupe fazem aos comandos do Benfica. Mais do que nunca…

Segunda-feira, 16 Abril, 2018

Do medo

Filed under: Benfica — pro.benfica @ 2:27

Desde início dos anos 90 do século passado, as equipas do Benfica vivem e jogam cheias de medo dessa papão chamado Futebol Clube do Porto.

Infelizmente, desde então não parece existir ninguém que os tenha no sítio e não se assuste quando enfrenta esse adversário.

Tenho muita saudade de tipos como o Manuel Galrinho Bento, por exemplo. Isto já para não falar no Monstro Sagrado, o sr. Mário Coluna.

Atualmente, Samaris é um daqueles que não parece ter medo de ninguém, mas, sozinho, ainda por cima passando a maior parte do tempo no banco, não chega para as encomendas.

Por outro lado, o plantel do Benfica é constituída por um bando de lingrinhas fisicamente: Cervi, Pizzi, Jonas, Zivkovic (embora este tenha nervo), o miúdo espanhol, Rafa… Penas leves ao sabor de brutamontes!

Segunda-feira, 31 Julho, 2017

Interdições

Filed under: Benfica — pro.benfica @ 17:37

Surgiram recentemente notícias acerca da possibilidade de interdição do Estádio da Luz, segundo uns por causa de problemas de segurança, segundo outros por causa da «não legalização das claques».

Se a Lei exige a dita legalização, o Benfica deve chamar os rapazes e obrigá-los a cumprir o que está legislado. Se eles não quiserem, acaba-se com o apoio aos ditos.

Se a Lei é estúpida e inconsequente( e é!), lute-se posteriormente pela sua alteração.

Hoje, Vieira abriu a boca para, entre outras coisas, dizer que não tem conhecimento da existência de claques no Benfica, antes de «grupos de adeptos». Isto é… profundamente estúpido, para ser simpático. O homem pode jogar com as palavras (algo em que, manifestamente, não é bom), mas a realidade é que os NN e os DV funcionam, para todos os efeitos, como claques do clube.

Raramente abre a boca. E faz muito bem! Para dizer coisas como esta, que o faça na casa de banho. É lá o lugar da merd@.

Uma outra questão relaciona-se com a «utilidade» desta acção de legalização. De facto, para que serve? Na prática, está-se a legalizar um bando de criminosos e os seus crimes contínuos, praticados sob o olhar de todos sem quaisquer consequências.

O grunho que lidera a claque do FCP escreveu, há uns anos, um livro onde enumerou todos os crimes por si praticados, em conjunto com o gangue que o segue. O que sucedeu? Nada! Membros das claques agridem adversários e até adeptos dos próprios clubes. O que sucede? Nada! Membros das claques roubam, assassinam, traficam, agridem, intimidam. O que lhes sucede? Nada!

Então vão todos bardamerd@ com este assunto, pois não passa de um faz-de-conta para evitar agir forte e feio sobre esta malandragem.

Sexta-feira, 16 Junho, 2017

A estratégia do Benfica

Filed under: Benfica, Luís Bernardo, Polémica — pro.benfica @ 20:13

Luís Bernardo, o diretor de comunicação do Benfica, expôs claramente a estratégia da direção:

  1. Não confirmar nem desmentir a veracidade, integralidade e integridade dos «mails», deixando a incumbência a quem ataca e às entidades competentes.
  2. Abrir as portas às entidades competentes para que consultem e investiguem  o que desejarem, instando os dois clubes que vestem à toldo de praia a fazer o mesmo.
  3. Esperar que as autoridades façam as suas investigações e, posteriormente, agir judicialmente contra quem o Benfica entender que prejudicou a imagem e o bom nome do clube.
  4. Lançar uma ou outra seta envenenada em direção aos rivais para os entreter nos intervalos da polémica.

Findo isto, tenho uma dúvida: há mais «e-mails» na forja? Efetivamente comprometedores?

Sexta-feira, 9 Junho, 2017

O campeão voltou!

Filed under: Basquetebol, Benfica, Carlos Lisboa — pro.benfica @ 21:45

 

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O Sport Lisboa e Benfica, comandado pelas suas velhas glórias Carlos Lisboa e Carlos Seixas, alcançou o sétimo título nacional nos últimos nove anos.

Segunda-feira, 29 Maio, 2017

Balanço da época

Filed under: Balanço, Benfica — pro.benfica @ 4:15

Supertaça: check.

Campeonato: check.

Taça: check.

Faltou a Taça da Liga, perdida com uma segunda parte miserável frente ao Moreirense e dois golos irregulares dos cónegos.

Enfim, para mim tenho que foi de propósito, para envergonhar os rivais do Campo Grande e do Freixo.

Quinta-feira, 10 Março, 2016

Jorge Jesus, o motivador e congregador

Filed under: Benfica, Jorge Jesus, Rui Vitória — pro.benfica @ 18:23

Vamos por partes.

O Benfica foi a Alvalade derrotar o Sporting, num misto de competência e «sorte». Para ser sincero, não gostei dos últimos 45 minutos: não gosto da equipa enfiada lá atrás a defender. Todos os esquemas são bons desde que resultem, mas aquilo foi um sufoco e, só por incompetência de Ruiz, estamos hoje, os benfiquistas, sentados no primeiro lugar do pódio. Bom, seja como for, acalmámos os sportinguistas, que anteciparam a quarta vitória sobre o SLB na presente época e, eufóricos, contavam já com o título nacional no bolso.

A realidade foi bem diferente, porém. O Benfica é hoje o comandante da tabela.

Ontem, ao final da tarde, mais um momento de euforia: triunfo frente ao Zenit, depois de estar a perder por um a zero até aos 85 minutos.

Nada está ganho. Muito longe disso. O Benfica está a competir com um  Sporting que está a apenas a dois pontos de distância, concentrado apenas numa competição – a Liga -, envolvido na Liga dos Campeões e na Taça da Liga, onde o aguarda uma meia-final frente ao Braga.

Será uma reta final recheada de jogos decisivos uns em cima dos outros. O plantel não é rico, bem longe disso, e pode não dar para tudo. Há que fazer opções (não como Jorge Jesus fez no Sporting, abdicando voluntariamente de tudo exceto a Liga, sem dar luta), mas o campeonato é a competição central.

Por outro lado, apesar do momento que atravessamos, continuo a não considerar Rui Vitória o técnico «ideal» para o clube. Porém, desde há algum tempo (quando andávamos perdidos lá para trás na classificação) estou ao seu lado e desejo ardentemente que consiga ser campeão e, com ele, todos nós. E, além da razão central (o Benfica vencer), o motivo que me leva a estar do seu lado é… Jorge Jesus. A forma miserável e canina como o nosso defunto que se recusa a morrer tratou, ao longo da época, Vitória, o que disse sobre ele, a baixeza que revelou levaram-me a estar ao lado de Vitória incondicionalmente. E, comigo, «alinham» milhares de benfiquistas que, não estando de acordo com a contratação de Vieira, se uniram em torno do atual treinador.

Do alto do seu egocentrismo e da sua burrice, Jesus foi o fator essencial para a arrancada do Benfica. Tenho a certeza de que os próprios jogadores, por mais que (uns mais, outros menos) guardassem as melhores recordações do ex, repudiaram o vómito produzido a partir da Reboleira e terão sido os primeiros a dizer «Basta!» e a unirem-se em torno do seu atual técnico.

Se o Benfica vier a ser campeão, alguém, no momento da celebração, deveria chegar junto de um microfone e agradecer à direção, à equipa técnica, aos colegas, aos sócios e adeptos e… ao nosso ex-treinador, pela força que transmitiu e forma como fomentou a UNIÃO. Obrigado!

Sexta-feira, 4 Março, 2016

Amanhã há clássico

Filed under: Benfica, Clássicos, Sporting — pro.benfica @ 18:01

Há quase um mês que não se escreve nada por aqui.

Por falta de tempo, de leitores que o «exijam», por falta de tempo e por falta de vontade.

Os atuais dirigentes desportivos dão-me asco: querem ganhar a todo o custo, querem aparecer, querem poder, querem dominar, ser as verdadeiras estrelas do espetáculo. Para isso, pessoalmente ou por meio de terceiros, incendeiam os adeptos, pelo menos os acéfalos e indigentes (e há tantos por aí, santinha!), incendeiam os ânimos, atiram a pedra e depois escondem a mão.

Hoje, têm ao seu dispor as máquinas de propaganda que operam nos bastidores e a Internet, a que ‘todos’ têm acesso e onde ‘todos’ creem ter uma palavra a dizer. E, geralmente, é um palavrão, não tanto no sentido de ordinarice, mas no sentido do ódio, da intolerância, da ‘ditadura’ do ‘orgulhosamente sós’ ou do quem não é por nós é contra nós. Para essa escumalha (sim, são escumalha, mesmo que vestida com fato e gravata), não há adversários desportivos, há inimigos.

É a «vanitas vanitatum», é a «gloria transit», é a vacuidade intelectual, a pobreza de espírito, a pequenez de crer a todo o custo deixar a sua marca para a eternidade.

Quem passar os olhos pela blogosfera, quase só lê ódio, intolerância, agressividade extrema. Ainda não há muito, li textualmente o desejo de que «seis milhos de galinhas morressem». É óbvio que uma coisa é escrever uma barbaridade destas em frente a um teclado, lá no nosso buraco, onde todos somos uns valentões e nos sentimos uns autênticos heróis por escrever estas imbecilidades, e outra dizê-lo a frio, ou sequer pensar na execução literal da baboseira. Mas ela corresponde a um pensamento, a um fanatismo, que polui desde o mais boçal ao mais bem pensante.

Ainda assim, o sujeito que tecla umas barbaridades chega a umas centenas, ou milhares, mas poucos, de eventuais acéfalos que se babam pelos cantos da boca e grunhem de satisfação ao lerem semelhante pus. Já os jornaleiros que se prestam a prostitutas de aluguer de dirigentes desportivos, comentadores que se prestam ao mesmo papel e os próprios dirigentes têm outra responsabilidade. Seria a eles que caberia distinguir o essencial do acessório e trabalhar no sentido exatamente oposto do que têm vindo a fazer. O ódio gera ódio, gera que a vitória seja essencialmente pela derrota do adversário, muito mais do que pela nossa vitória.

Vieiras, Carvalhos, Costas, eu, todos nós, somos uma poeira insignificante que vai passar por aqui durante um ‘flash’ e regressar ao anonimato da poeira. Talvez se eles, nós, o compreendêssemos e interiorizássemos, conseguíssemos transformar ‘isto’ numa festa e não numa guerra permanente em busca da vitória no próximo jogo, na próxima competição.

Vem isto a propósito do ‘derby’ de amanhã que vai opor o Sporting ao Benfica em Alvalade. Como pessimista e realista, prevejo (mais) uma derrota ‘nossa’. Porque perdemos todos os encontros frente aos dois grandes rivais. Porque o Benfica não joga um futebol por aí além. Porque Rui Vitória é um treinador mediano (diz este treinador de bancada). Porque há falta de jogadores de classe do nosso lado. Porque ‘não me cheira’ (estou constipado, tenho o nariz entupido… deve ser disso a ausência de olfato).

Espero que Vitória e os seus bravos me façam engolir estas palavras, mas não creio. Ainda assim, caso o meu vaticínio se concretize, não vou bater na mulher nem nos filhos, não vou fazer arruaça para a rua, muito menos partir o televisor. Desde logo, porque não vou ver o jogo. Depois porque foi caro o aparelho e a abundância não abunda cá por casa.

Domingo, quando acordar, vou continuar a ser benfiquista e a vibrar com as vitórias do Benfica e a sofrer com as derrotas do Benfica.

Infelizmente, vou ter de continuar a levar com Vieiras, Gabriéis, Guerras, Carvalhos, Jesuses, Machados, Inácios, Guedes, Pinas, Costas, etc., etc., etc. Essa é a pior parte disto tudo.

Benfica!

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