Pro.Benfica

Domingo, 6 Março, 2016

Juízos…

Filed under: Benfica TV, Clássicos, Jorge Jesus, Sporting — pro.benfica @ 1:46

Jorge Jesus mostrou mais uma vez, na conferência de imprensa, mau perder e falta de chá. Diminuir os outros quando não se lhes consegue sobrepor é diminuir-se, antes de mais, a si mesmo. Mas ele não o percebe, não consegue alcançar que, se é tão superior aos adversários e se não os consegue derrotar, a sua incapacidade é o que avulta.

Como não poderia deixar de ser, os considerandos sobre o jogo e a vitória do Benfica abundam por todo o lado.

Pois bem, alguém que explique a essa gente o seguinte: juízo de facto: o Benfica venceu o jogo e levou os 3 pontos; juízo de valor: o Benfica jogo como equipa pequena e o Sporting merecia ganhar. E, já se sabe, contra factos não há argumentos… ou azia que valham.

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Sporting – 0 Benfica – 1

Filed under: Clássicos — pro.benfica @ 0:31

Jorge Jesus não ajoelhou, mas aziou…

Sexta-feira, 4 Março, 2016

Amanhã há clássico

Filed under: Benfica, Clássicos, Sporting — pro.benfica @ 18:01

Há quase um mês que não se escreve nada por aqui.

Por falta de tempo, de leitores que o «exijam», por falta de tempo e por falta de vontade.

Os atuais dirigentes desportivos dão-me asco: querem ganhar a todo o custo, querem aparecer, querem poder, querem dominar, ser as verdadeiras estrelas do espetáculo. Para isso, pessoalmente ou por meio de terceiros, incendeiam os adeptos, pelo menos os acéfalos e indigentes (e há tantos por aí, santinha!), incendeiam os ânimos, atiram a pedra e depois escondem a mão.

Hoje, têm ao seu dispor as máquinas de propaganda que operam nos bastidores e a Internet, a que ‘todos’ têm acesso e onde ‘todos’ creem ter uma palavra a dizer. E, geralmente, é um palavrão, não tanto no sentido de ordinarice, mas no sentido do ódio, da intolerância, da ‘ditadura’ do ‘orgulhosamente sós’ ou do quem não é por nós é contra nós. Para essa escumalha (sim, são escumalha, mesmo que vestida com fato e gravata), não há adversários desportivos, há inimigos.

É a «vanitas vanitatum», é a «gloria transit», é a vacuidade intelectual, a pobreza de espírito, a pequenez de crer a todo o custo deixar a sua marca para a eternidade.

Quem passar os olhos pela blogosfera, quase só lê ódio, intolerância, agressividade extrema. Ainda não há muito, li textualmente o desejo de que «seis milhos de galinhas morressem». É óbvio que uma coisa é escrever uma barbaridade destas em frente a um teclado, lá no nosso buraco, onde todos somos uns valentões e nos sentimos uns autênticos heróis por escrever estas imbecilidades, e outra dizê-lo a frio, ou sequer pensar na execução literal da baboseira. Mas ela corresponde a um pensamento, a um fanatismo, que polui desde o mais boçal ao mais bem pensante.

Ainda assim, o sujeito que tecla umas barbaridades chega a umas centenas, ou milhares, mas poucos, de eventuais acéfalos que se babam pelos cantos da boca e grunhem de satisfação ao lerem semelhante pus. Já os jornaleiros que se prestam a prostitutas de aluguer de dirigentes desportivos, comentadores que se prestam ao mesmo papel e os próprios dirigentes têm outra responsabilidade. Seria a eles que caberia distinguir o essencial do acessório e trabalhar no sentido exatamente oposto do que têm vindo a fazer. O ódio gera ódio, gera que a vitória seja essencialmente pela derrota do adversário, muito mais do que pela nossa vitória.

Vieiras, Carvalhos, Costas, eu, todos nós, somos uma poeira insignificante que vai passar por aqui durante um ‘flash’ e regressar ao anonimato da poeira. Talvez se eles, nós, o compreendêssemos e interiorizássemos, conseguíssemos transformar ‘isto’ numa festa e não numa guerra permanente em busca da vitória no próximo jogo, na próxima competição.

Vem isto a propósito do ‘derby’ de amanhã que vai opor o Sporting ao Benfica em Alvalade. Como pessimista e realista, prevejo (mais) uma derrota ‘nossa’. Porque perdemos todos os encontros frente aos dois grandes rivais. Porque o Benfica não joga um futebol por aí além. Porque Rui Vitória é um treinador mediano (diz este treinador de bancada). Porque há falta de jogadores de classe do nosso lado. Porque ‘não me cheira’ (estou constipado, tenho o nariz entupido… deve ser disso a ausência de olfato).

Espero que Vitória e os seus bravos me façam engolir estas palavras, mas não creio. Ainda assim, caso o meu vaticínio se concretize, não vou bater na mulher nem nos filhos, não vou fazer arruaça para a rua, muito menos partir o televisor. Desde logo, porque não vou ver o jogo. Depois porque foi caro o aparelho e a abundância não abunda cá por casa.

Domingo, quando acordar, vou continuar a ser benfiquista e a vibrar com as vitórias do Benfica e a sofrer com as derrotas do Benfica.

Infelizmente, vou ter de continuar a levar com Vieiras, Gabriéis, Guerras, Carvalhos, Jesuses, Machados, Inácios, Guedes, Pinas, Costas, etc., etc., etc. Essa é a pior parte disto tudo.

Benfica!

Quinta-feira, 22 Outubro, 2015

O Sporting de Carcavelos

Filed under: Clássicos, Hóquei em Patins — pro.benfica @ 22:13

1. Bruno de Carvalho afirmou, recentemente, que o Benfica, nas modalidades, nomeadamente no voleibol, só ganhava porque jogava com o Carcavelinhos.

2. Ontem, o Benfica aviou o Sporting por 9 a 0 na terceira jornada do nacional de hóquei em patins.

3. Pedro Nunes, o nosso treinador, no rescaldo do cilindro, afirmou duas coisas:

a) «Não ganhámos ao Carcavelinhos.»

b) «Sem ruído, 9 – 0.»

À hora a que escrevo, não saiu ainda nenhum comunicado de Alvalade.

Domingo, 20 Setembro, 2015

Foi só mais uma derrota

Filed under: 1.ª Liga, Clássicos — pro.benfica @ 21:26
  1. Palpita-me que este ano não chegamos ao Natal, salvo seja.
  2. Foi preciso chegar Rui Vitória para Lopetegui saber o que significa ganhar ao Benfica.
  3. Em meados de setembro, Rui Vitória tem mais derrotas do que vitórias. É obra, mister. Tem mais «vitória» no nome do que no campo.

Domingo, 28 Setembro, 2014

Sporting – 1 Porto – 1

Filed under: 1.ª Liga, Clássicos — pro.benfica @ 18:39

Este Lopetegui é um fartote e não estou propriamente a falar do «fodidos» que deixou escapar na press. O homem é um cómico ou um Hitchcock da Liga 2014-2015. Das duas, uma. Só assim se explica que tenha entrado, de início, com 9 jogadores em campo: o projeto de 17 anos e Quaresma de início foi dar de avanço e de que maneira. Valeu que os leões foram incapazes de chegar ao intervalo a ganhar por 3 a 0 como poderiam e deveriam ter feito.

Na segunda parte, o espanhol deixou-se de merdas e quis jogar a sério. E, claro, a música foi outra e, então, o Porto poderia ter enfiado 3 ou 4, enquanto o Sporting teve apenas o balázio de Capel à barra.

Seja como for, o Sporting teve 20 minutos iniciais de enorme futebol, de enorme qualidade, de sufoco completo dos dragões. Claro que marcar antes de o jogo começar também ajuda à galvanização, mas isso não invalida o início da frase. Só que esse sufoco e essa pressão resultaram de uma postura tipicamente de equipa pequena a jogar contra uma grande, ou seja, resultaram de muito boa organização coletiva, de preenchimento exemplar das várias áreas do campo, mas, igualmente, de correr, correr, correr, atrás do adversário. Ora, as grande equipas sufocam as outras com uma pressão alta mas sem estoirar os jogadores ao fim de 45 minutos, o oposto do que o Sporting fez.

Note-se, por último, que eu não percebo nada de futebol e as considerações supra são, quase de certeza, uma valente bacalhoada.

Quinta-feira, 13 Dezembro, 2012

Eusébio, o Boca do Inferno

Filed under: Clássicos, Eusébio, Polémica — pro.benfica @ 23:50

No rescaldo da retumbante vitória do Glórias em Alvalade, Eusébio abriu a boca e não foi nada simpático com a agremiação leonina: “Este Benfica só perdia em Alvalade com os juniores.”.

Eusébio é um símbolo desportivo nacional, já tem uma idade avançada, por isso deveria expressar-se de outro modo, mesmo tendo em conta as suas dificuldades conhecidas com a língua de Camões e Pessoa.

As declarações supra em nada o dignificaram nem ao Benfica e só deslustram a sua figura, embora haja benfiquistas que as aplaudem e por elas salivem. Ora, a questão é que as ditas, saídas da boca do adepto comum, constituiriam mais uma picardia, uma chalaça, para gozar o prato da vitória e da dificílima situação do Sporting atual. Só que Eusébio não é «o» adepto comum.

E, nesta circunstância, foi a alma benfiquista, solta, que falou, ainda para mais sobre o eterno rival.

Sporting – 1 Benfica – 3

Filed under: 1.ª Liga, Clássicos — pro.benfica @ 23:41

Convenhamos que já é um pouco tarde para vir escrever sobre o jogo de segunda-feira, mas nesta altura o trabalho aperta e pouco mais tempo restou do que o despendido a observar o clássico, daí o atraso.

Não obstante, o que se pode dizer do encontro? OK, passemos adiante; aquilo foi de uma limpeza olímpica, sem novidades de monta – um dos últimos da classificação a fazer pela vida; Jorge Jesus a insistir na tática suicida; André Gomes a mostrar qualidade e maturidade; Cardozo a abalroar a defesa leonina, «and so on»).

Quanto ao mais:

  1. Hilariante e premonitória a escolha de uma das música que ecoou em Alvalade antes do jogo: «My way», de Sinatra, a tal que contém um verso que reza mais ou menos isto: «And now the end is near…».
  2. Luís Filipe Vieira a atropelar Godinho Lopes e a dar uma bicada a Norte.
  3. Godinho Lopes e o seu projeto de fundo no pós-jogo. Novo momento hilariante: faltam apenas quatro pontos para lá chegar… ao fundo da classificação, entenda-se.

Segunda-feira, 27 Fevereiro, 2012

Faltam cinco dias para o clássico

Filed under: Clássicos — pro.benfica @ 13:12

De esperar: a blogosfera benfiquista entretém-se a desancar nas recentes arbitragens do Benfica e do Porto. Como sempre. Como de costume.

Esquecem-se que esse fadário nunca nos levou a lado nenhum.

Os jogadores e o treinador que façam o seu trabalho, que ninguém os impedirá de alcançar o sucesso e de triunfar.

Qual foi o problema em Guimarães? Alegam muitos que não houve falta no lance que originou o golo dos minhotos. Por acaso, parece-me evidente que houve mesmo falta. A questão, para mim, é a entrada tonta – como tantas vezes faz – de Máxi Pereira.

Ora, o problema em Guimarães é que o Benfica jogo muito mal e quase não criou oportunidades de golo. O mesmo se passou, agora, em Coimbra na primeira parte. E, na segunda, foi um festival de golos falhados.

O árbitro de Coimbra foi uma trampa? FOI!

Sonegou dois penalties ao Benfica? SONEGOU!

Marcou faltas contra que não existiram? MARCOU!

Não marcou outras que existiram a favor? NÃO!

O assistente tirou mal um fora de jogo ao Aimar que o deixaria isolado? TIROU!

Agora…

Cardozo falhou dois golos cantados? FALHOU!

Nolito falhou dois golos cantados? FALHOU!

Nelson Oliveira falhou três golos cantados? FALHOU!

O treinador tirou o Aimar e fez entrar o Djaló? SIM!

Sexta-feira, 23 Setembro, 2011

Porto – 2 Benfica – 2

Filed under: 1.ª Liga, Clássicos — pro.benfica @ 22:35

O Benfica lá se deixou empatar com o Porto.

O Fucille já se está a queixar. Está tão parvo que passou a falar em jornalistas a quem pagam bem e a quem pagam mal. Mais, disse que o Cardozo lhe foi ao «culo».

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