Pro.Benfica

Domingo, 15 Maio, 2016

Benfica: campeão nacional de futebol – 35

Filed under: 1.ª Liga, Títulos — pro.benfica @ 23:58

Há umas semanas, por falta de tempo e de motivação, decidi não voltar a escrever aqui nenhuma baboseira até que o campeonato terminasse.

Pois bem, terminou hoje, com a conquista do 35.º título de campeão nacional.

Foi uma época complexa, marcada desde logo pela partida de Jorge Jesus para o rival de Lisboa e de Máxi para o do Porto.

Foi uma época marcada pelo início de carreira no SLB de Rui Vitória, um início complexo e que prometia pouco ou nada mesmo de bom.

Foi uma época marcada por uma guerra surda e, simultaneamente, bem sonora entre os dois maiores de Lisboa, em que Rui Vitória foi apoucada por todos, nomeadamente pelo ex-treinador do Benfica.

Foi uma época marcada pelas macacadas de Bruno de Carvalho em tudo o que era meio de comunicação e de redes sociais, num estilo desabrido, carroceiro, grosseiro e sobranceiro.

No final deste campeonato, há que agradecer a todos aqueles que trabalham no Benfica e contribuíram para mais este título. Porém, há que agradecer também a Bruno de Carvalho, Jorge Jesus, Otávio Machado, Augusto Inácio, entre outras figurinhas, pela forma como conseguiram que a equipa técnica e os jogadores do Benfica se unissem em sua defesa e da equipa do Sport Lisboa e Benfica. Quem não se sente não é filho de boa gente.

Curiosamente, ou não, como diz o povo, «Burrro velho não aprende línguas.» e Jorge jesus e Otávio Machado,. imediatamente após o desfecho do campeonato, vieram provar essa sabedoria popular.

Mas porque hoje é dia de celebração, a última palavra só poderia ser BENFICA!

Quarta-feira, 6 Abril, 2016

A seis jornadas do fim…

Filed under: 1.ª Liga — pro.benfica @ 15:53

O Sporting não pode ser campeão.

O Benfica é que pode não o ser. Não são os outros que podem ganhar, é o Benfica que pode perder.

Deixemo-nos de tretas. Depois das goleadas ao Arouca e ao Belenenses, os sportinguistas vivem em euforia total, acreditando, acreditando, confiando, confiando, crendo que serão campeões. Nada a apontar. Só a notazinha: sozinhos, por mais goleadas que inflijam, não podem ser campeões. Dependem de, pelo menos, um escorregão do Benfica.

É simples.

Segunda-feira, 4 Abril, 2016

Bayern

Filed under: 1.ª Liga, Liga dos Campeões — pro.benfica @ 0:29

Faltam cinco (5) jogos para a primeira liga terminar. O Benfica segue à frente com 2 pontos de vantagem para o Sporting (dou de barato que este triunfará amanhá em Belém).

Falta ir a Coimbra, a Vila do Conde e ao Funchal, mais dois jogos em casa. Pelo meio existe a dupla jornada com o Bayern de Munique. É um problema intrincado para Rui Vitória. O que fazer? Lutar e tentar fazer o melhor frente aos mais que favoritos alemães? Isso implica pôr em campo os melhores, forçando-os a (mais) duas duras batalhas e, mesmo assim, apostando todas as fichas, a sair derrotado e por que números… Ou poupar jogadores fulcrais (Jonas, Gaitán, Fejsa…) e correr um risco maior de sair com uma cabazada?

A isto há a acrescentar a meia final da Taça da Liga frente ao Braga.

Os mais ferrenhos e otimistas defendem que o único horizonte para o Benfica é ganhar, seja em que terreno for, indiferente ao adversário. Por mim, como em tudo na vida, prefiro definir objetivos: primeiro, segundo, terceiro e por aí fora, o campeonato nacional; depois a Taça da Liga, tão desprezada por outros, apenas porque não consta do seu historial; por último, a Liga dos Campeões. É possível eliminar os alemães? Com certeza! Os impossíveis na vida são quase inexistentes, sem o sonho ‘o homem é um cadáver adiado que procria’, porém encarar a existência com realismo é um princípio a observar.

O triunfo no campeonato de 2016 é importantíssimo, é a melhor resposta a quem passou longos meses a achincalhar-nos a todos, desde a direção até ao mais simples adepto. Não se desperdice a oportunidade, quando ela está parcialmente presa nas nossas mãos. Unidos como nunca, jamais deslumbrados ou pesporrentes como num passado recente.

 

Entretanto, desde a última posta, lá abichanámos mais umas tacitas: no vólei, no atletismo, hoje no andebol frente ao eterno rival Sporting.

Domingo, 20 Setembro, 2015

Foi só mais uma derrota

Filed under: 1.ª Liga, Clássicos — pro.benfica @ 21:26
  1. Palpita-me que este ano não chegamos ao Natal, salvo seja.
  2. Foi preciso chegar Rui Vitória para Lopetegui saber o que significa ganhar ao Benfica.
  3. Em meados de setembro, Rui Vitória tem mais derrotas do que vitórias. É obra, mister. Tem mais «vitória» no nome do que no campo.

Sexta-feira, 11 Setembro, 2015

Pé na tábua

Filed under: 1.ª Liga, Benfica — pro.benfica @ 23:55
  1. Todos aqueles (e era muitos) que viviam angustiados com a ausência de portugueses no futebol do Benfica devem estar moderadamente satisfeitos. De início, entraram Semedo, Eliseu e Guedes, a que háa acrescentar Luisão (pelos anos que mora entre nós já é 3/4 tuga) e Samaris (este só chegou há um ano, mas já sente mais a camisola vermelha do que Ronaldo e Figo sentem o equipamento da Macron). Só para irritar, Vitória fez entrar ainda Nuno Santos e Pizzi. Ah, seu lambuças!
  2. Gaitán e Jonas… Jonas e Gaitán, o duo de artistas plásticos que pinta a manta de manto vestido (ah, Freitas Lobo, roi-te de inveja desta pérola de «coltora»!). Consultei o dicionário da Porto Editora, o da Texto, o Houaiss e o muito particular de Jorge Jesus e não encontrei adjetivos que traduzissem, de forma remotamente aproximada e minimamente decente, o perfume do seu futebol, a magia que irradia daqueles pezinhos e cabecinhas.
  3. O Belenenses ostentou nas camisolas o patrocínio da TVI 24. Bruno de Carvalho e Pinto da Costa ainda não pararam de ferrar os dentes nas próprias mãos: nem a Farinha Amparo conseguem inscrever nas suas t-shirt.
  4. O próprio Rui Vitória ficou tão enfeitiçado com o jogo de Gaitán que, qual pescador aturdido pelo canto da sereia, o deixou ficar em campo, mesmo a ganhar por 4 a 0 aos 50 minutos e esquecendo que o mágico das Pampas atuou pela sua seleção do outro lado do mundo (no exato momento em que escrevia a palavra «mágico», Jonas e Gaitán combinavam entre si a pintura do quinto da noite, uma obra-prima soberba finalizada pelo argentino. Juro que é verdade.).
  5. Isto, hoje, não dá tempo para nada. Mal tinha escrito 5 e já Talisca bombardeava a baliza do infeliz Ventura pela sexta vez. Ó malta, acalmem lá a metralha, pois estes dedinhos já não têm a frescura da juventude.
  6. Neste jogo, o Belém fez a vontade a todos os sportinguistas e portistas e pôs em campo Miguel Rosa. Com ele atuaram também Carlos Martins, Fábio Sturgeon e Ruben Pinto, tudo malta simpática com ligação ao Benfica. Devem estar todos felizes por finalmente lhes terem feito a vontade. Eu também estou… muito. Seis vezes feliz.
  7. Aos 71 minutos, o Estádio da Luz presenciou um crime hediondo: Rui Vitória retirou do relvado Nico Gaitán. Em apoteose o estádio veio abaixo de indignação, cânticos de «Nico, Nico, Nico» e vénias ao jogador. Deve ter sido por isto que, alguns minutos depois, a claque dos NN fez caca e levou os demais espetadores a assobiá-los. Pronto, já estraguei o panegírico do Nico ao mencionar grunhos.
  8. Pizzi continua a ser um tratado a executar bolas paradas. Com a minha barriguinha proeminente, este pobre escriba era capaz de fazer melhor.
  9. O resultado final não foi justo e revela ingratidão: Luisão celebra 12 anos de Benfica e os colegas só enfiaram seis vezes a bola na baliza adversária. Deveria ter sido 1 golo por cada 12 épocas do Girafa, seus ingratos!
  10. Se o Benfica de Vitória jogasse sempre assim, Bruno de Carvalho começava a fazer a caminha a Jorge Jesus por alturas do Natal para vir buscar o adepto de chouriças no final da época.
  11. Deliciosa a dissertação de Sá Pinto, técnico do Belém (estas notas são só para me relembrar quem são estas personagens quando me estiver a babar num qualquer canto), sobre a eficácia do Benfica.
  12. Este ponto é só para relembrar os 12 anos de Luisão no Benfica e a sua permanência após várias ameaças de partida para outros cantos do mundo (cada um saca o seu aumentozinho da melhor forma que pode e sabe).

Domingo, 23 Agosto, 2015

Arouca – 1 Benfica – 0

Filed under: 1.ª Liga, Rui Vitória — pro.benfica @ 21:33

Rui Derrotas, perdão Vitórias Nem Vê-las, tem um bom argumento para o que se passou hoje: perdeu com o líder do campeonato português.

Quarta-feira, 19 Agosto, 2015

Do 8 ao 80 e vice-versa

Filed under: 1.ª Liga, Benfica, Estoril — pro.benfica @ 0:31

O Benfica aviou o Estoril por 4 a 0. Os 4 golos foram marcados, vá lá, nos últimos vinte minutos. É verdade que isto só «prova» que o Benfica, bem comandado, tem valia para lutar pelos títulos em disputa. Lutar, porque vencer é outra coisa.

Porém, durante os primeiros 70 minutos jogou mal, muito mal, e o Estoril Praia poderia ter complicado imenso o jogo, pois desfrutou de um par de oportunidades flagrantíssimas em que o mais difícil foi não anichar o esférico nas redes.

Passei estes dias a ler a blogosfera benfiquista: os «posts», os comentários, as discussões e os debates. E concluí que, com algumas exceções, a desgraça que era o futebol do Benfica desapareceu. Assim: puf! Já se sabe que é assim e que o adepto comum do futebol, pelo menos o que se manifesta nas redes sociais e blogues, é dado a extremos consoante os resultados obtidos pela sua equipa. Aquando do próximo resultado adverso (se houver, cruz canhoto!), tudo voltará ao 8: é tudo mau, ninguém presta e o caos aproxima-se.

Como é evidente, a vitória foi importantíssima: (1) porque foi uma vitória e logo a primeira da era Rui Vitória; (2) porque equivaleu a 3 pontos; (3) porque colocou a equipa em primeiro lugar, ainda que «ex-aequo» com uma série de outras concorrentes; (4) porque trouxe alguma estabilidade e acalmia; (5) porque as vitórias puxam outras vitórias e são o melhor tónico para ultrapassar uma crise de resultados (e exibições) que já se instalara. Ótimo, portanto!

Porém, como em tudo,existe a outra face: este plantel do Benfica é curto, melhor dito: é ainda mais curto do que o do ano transato e não dá para chegar ao título. Espero, por isso, que a goleada não sirva como um amolecimento para a direção do Benfica, transmitindo a ideia de que afinal está tudo «bem» e não é preciso fazer novas investidas ao mercado. Pelo contrário, na minha modestíssima opinião, o jogo só veio confirmar que é urgente, pelo menos, dois defesas (um lateral e outro que signifique a preparação atempada da partida de Luisão), um 8 e… um extremo, mais se o nosso Gaitolas não ficar.

Sábado, 15 Agosto, 2015

A lição do primeiro jogo da Liga 2015-2016

Filed under: 1.ª Liga — pro.benfica @ 2:43

Comecemos por rememorar dois considerandos: 1) Rui Vitória não é o treinador de que o Benfica necessitava; 2) o erro de Vieira não foi não renovar com o defunto, mas não ter contratado alguém com valor semelhante ou superior.

Portugal, na ressaca dolorosa dos Descobrimentos, exponenciada pela humilhação dos 60 anos sob domínio filipino, transformou-se numa nação sebastianista. Naturalmente, ninguém hoje em dia se põe à varanda numa qualquer manhã de nevoeiro na expectativa de vislumbrar o focinho de um cavalo branco com um ginete em farrapos montado no seu dorso. Mas o espírito sebastianista mora por todo o lado, o desejo do Messias salvador (Como isto vem de bem longe!!! Abençoado Nabucodonosor e o seu maldito sonho!), do homem providencial que nos vai resgatar. No fundo, é isso que mora na cabecinha do simples votante quando se dirige, humilde e esperançosamente, à mesa de voto e deposita na urna o papelinho com uma cruz num partido qualquer dos que lá figuram. É o depositar da esperança naquele sujeito, é a ânsia de que aquela figura venha resolver os problemas que nos afetam individual e coletivamente. E esta noção vai-se desdobrando, até às questão mais prosaicas e simples.

Muitos adeptos do Benfica e do Sporting padecem, hoje em dia, do mesmo mal sebastianista. Uns, os primeiros, sentem-se deserdados e desnorteados, crentes que o D. Sebastião partiu e que, sem ele, o futuro será negro, pautado pelo regresso a um passado bem recente de anos sem triunfos. Os segundos veem no ingresso dessa figura real o sucesso garantido, o Éden dos triunfos inesgotáveis, numa espécie de demência coletiva que atribui a um só homem o sucesso para a conquista do Graal.

Nem uns nem outros realizam que não há homens providenciais, que as obras, as conquistas, os triunfos dependem de uma ação coletiva. Pela experiência de vida que estes velhos ossos carregam, diria bem diferente: mais facilmente um homem – por mais genial que seja – destroi uma obra do que, sozinho, a constroi. Veja-se o que, ontem, sucedeu ao Barcelona, com a genialidade do seu treinador, que resolveu mexer forte e feio na defesa e no meio campo da sua equipa, confiando que por ter Messi em campo a coisa se resolvia. Pois bem, foi cilindrado com quatro golos no bornal sem resposta e, quase de certeza, disse adeus à Supertaça espanhola. Portanto, nem precisamos de recorrer ao trágico exemplo de Roderick…

O mais engenhoso maestro, sem uma orquestra de bons músicos, produzirá um serão que perdurará na memória pela música genial que destruiu ao tentar a sua interpretação. Podemos ir ainda mais longe: frequentemente, é o homem desconhecido, o vulto perdido na multidão que faz o gesto que conduz ao triunfo. São os Jardéis ou os Kelvins desta vida.

A passagem de Jorge Jesus para o Sporting não é o sucesso inequívoco do seu novo clube nem o funeral do Benfica, independentemente do valor do profissional em questão. Se fosse diferente, pegaria na equipa deixada por Marco Silva e iria à luta, pois, só com a sua varinha de condão, seria campeão. Como é óbvio, não foi isso que sucedeu: já chegou um camião de reforços, pois sem jogadores com talento à sua disposição ninguém ganha nada, na vida e no desporto.

Segunda-feira, 18 Maio, 2015

BICAMPEÕES!

Filed under: 1.ª Liga, Benfica, Títulos — pro.benfica @ 0:18

SLB

Terça-feira, 30 Setembro, 2014

Balanço ao fim de seis jornadas

Filed under: 1.ª Liga — pro.benfica @ 2:01
  • O Sporting tem o melhor treinador e o presidente mais prolixo em matéria de metáforas cagativas.
  • O Porto tem o treinador mais ativo sexualmente e o presidente mais prejudicado pela idade avançada e pelo BES.
  • O Benfica tem o treinador e o presidente mais recauchutados.

E isto foi o melhor que saiu hoje… uma valente cagada.

Older Posts »

Site no WordPress.com.