Pro.Benfica

Quinta-feira, 13 Agosto, 2015

A falência da palavra e a dos testículos (argh!)

Filed under: É só rir, Mourinho, Rui Vitória, Sporting — pro.benfica @ 2:21

Após a Supertaça, os dicionários de língua portuguesa perderam uma palavra, de tão usada pelos adeptos do Sporting Clube de Jesus de Carvalho: «azia», ou a sua variante «asia».

Só espanta que nenhum telejornal tenha aberto com a notícia sobre a rurura de medicação nas farmácias lusitanas.

Por outro lado, é bem provável que, até ao final desta semana, muitos portugueses e portuguesas venham a ser vítimas de úlceras ou cancro no estômago.

Porém, também não será de descartar um surto bem agressivo de demência e euforia desmesuradas, com consequências igualmente negativas lá mais para a frente.

Rui Vitória… O mais frustrante no homem nem foi o (não) futebol (não) praticado na Supertaça, a consequente derrota, o medo confesso com que entrou em campo, a água destilada ao longo do encontro, a forma como mostrou que qualquer mija na escada mexe com a sua cabeça, a falta de organização defensiva e ofensiva, a mentalidade que transmitiu (?) à equipa. Não, não foi nada disso, meros pormenores, mas o modo vergonhoso como se deixou tourear pelo maior divulgador da língua portuguesa contemporâneo do madeirense de estátua avantajada.

A sério, Rui, é uma vergonha teres sido bandarilhado por um sujeito que nem pensar consegue em português, incapaz do mais simples cálculo mental. É verdade que, ao recusares proximidades com a pessoa, foste avisado. Basta atentar nos efeitos nefastos que a convivência de Paulo Fonseca com o homem teve no primeiro, bem evidenciadas ao serviço do Porto. Aquilo começava por defrontar um clube russo, passava pela Escandinávia e acabava os 90 minutos na Alemanha.

Concedo-te isso… Porém, poderias ter posto um pouquinho os olhos em Mourinho (argh!). O consumidor voraz de pastilhas foi acometido de um pico de vaidade e presunção e meteu-se com o setubalense. Levou uma paulada tal que ficou sem voz, remetendo-se à toca e de lá mais não ladrou.

Poderias dizer, como disseste, que não lhe responderias porque não querias, mas acrescentavas que também não o farias por falta de um tradutor de jesuês para português… ou outra merda qualquer que reduzisse o homem à sua efetiva insignificância.

É pá, Rui, aquele encontro entre o lambadas e a Paulo Rêgo é um manancial… Escreves livros a mais e lês a menos.

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